quarta-feira, 1 de maio de 2013

Cruzada Muriaé para Cristo é Realizada na Praça João Pinheiro


Igrejas evangélicas de Muriaé se uniram e realizaram neste 1º de maio, na Praça João Pinheiro, a Grande Cruzada Muriaé para Cristo. Estiveram presentes pastores de várias denominações, levitas e um bom público. Nossa reportagem esteve lá e registrou esse momento de fé e adoração, no evento coordenado pelo Pastor Sidmar Silva, da Igreja Assemblélia de Deus, do Bairro São José.
Estiveram presentes também os pastores Josué (Assembleia de Deus da Barão); Josias (Assembleia de Deus e Templo de Milagres) e Reginaldo (Igreja do Nazareno). O evento foi realziado pela Associação de Líderes Evangélicos de Muriaé e Adjacências (ALEMA).







Tribuna de Muriaé



domingo, 28 de abril de 2013

Jovem evangélico paga faculdade de direito com trabalho de engraxate e agora estuda para se tornar promotor de Justiça


O jovem evangélico Joaquim Pereira, de 24 anos, demonstrou ser um exemplo de determinação e esforço ao pagar sua faculdade de direito com o que ganha trabalhando como engraxate em Goiânia.
O jovem deixou a cidade de Monte de Alegre de Goiás, na região nordeste do estado, em 2006, e desde então tem trabalhado em busca de um futuro melhor. Ele conta que começou a trabalhar em uma fábrica de enxovais, mas percebeu que precisava buscar algo mais para melhorar de vida.
- Vim pra trabalhar. Depois, vi que precisava estudar para crescer, para ter um emprego melhor – conta o jovem.
Insatisfeito com o emprego, ele decidiu, em um sábado, ir para as ruas de Goiânia e ver como se sairia de engraxate, profissão que havia aprendido aos 11 anos em Monte Alegre. As pessoas para quem engraxou sem cobrar nada nas primeiras vezes se tornaram seus clientes, e a simpatia e a abordagem especial atraíram muitos outros e fez com que ele ficasse conhecido nos locais onde trabalha como na Praça Cívica, onde está o Centro Administrativo do Governo de Goiás.
Depois de um ano limpando sapatos, com o convívio de seus clientes, Joaquim decidiu que entraria para uma faculdade de direito.
- Vendo o dia a dia dos advogados e conversando com eles, concluí que queria ser um deles. Falavam que eu não daria conta de terminar, que era muito difícil e caro – afirma sobre sua decisão o jovem, que persistiu com o sonho de se formar, passou no vestibular e começou, em 2008, o curso de direito em uma instituição de ensino particular.
Apesar das dificuldades, como ter tirado zero na primeira prova que fez na faculdade, ele conta que estudava de manhã, e à tarde ia trabalhar como engraxate até às 19h, pois precisava ganhar dinheiro para pagar o curso. O bacharel em direito afirma ainda que separava um tempo para tocar violão e estudar música para cantar na igreja.
- Tem que ter disciplina para ter tempo de fazer tudo – ensina.
Já formado, Joaquim continua com seu trabalho de engraxar sapatos nas ruas de Goiânia, e conquistou a admiração de seus clientes.
- Ele é um exemplo de que nada é impossível. Poucas pessoas têm a capacidade e o esforço de concluir um curso superior engraxando sapato – ressalta o advogado Aldemir Leão da Silva.
De acordo com o G1, o objetivo de Joaquim agora é passar no exame da OAB para ter seu registro de advogado e poder exercer a profissão que escolheu e, depois de fazer a prova, começar uma pós-graduação. Joaquim ganhou bolsa integral da especialização, que, se ele fosse pagar, custaria cerca de R$ 9 mil. O objetivo do jovem evangélico é se tornar um promotor de Justiça.
- Vou continuar estudando cada vez mais para passar em um concurso e ser promotor – afirma.

terça-feira, 16 de abril de 2013

A bandeira e a Estrela de Davi são símbolos de guerreiros


Símbolo surgiu quando judeus espalhados pelo mundo já pensavam no restabelecimento de seu antigo lar na Terra Santa



  Em 1948, após milênios de exílio, os israelitas tinham oficialmente um lar. Foi estabelecido o Estado de Israel.
Todo país precisa de uma bandeira. No caso de Israel, eles precisavam de um símbolo do orgulho da volta da Nação Judaica ao seu torrão original. Já no ano seguinte ao estabelecimento do país, o novo estandarte foi apresentado na sede da Organização das Nações Unidas (ONU), o mesmo até hoje.
        Sua elaboração tem uma história muito interessante.
No final do século 19, já se discutia a necessidade da criação de um Estado para o povo judeu, que por milhares de anos se viu forçado a assimilar as culturas de diferentes lugares – e muito por causa do antissemitismo que crescia no Velho Mundo.
Proeminentes judeus de várias origens reuniram-se na Basileia, importante cidade suíça, sob liderança do jornalista judeu austro-húngaro Theodor Herzl, no que ficou conhecido como o Primeiro Congresso Sionista, em 1897.
Nos preparativos para o evento (reconstituído em um cenário no Museu Herzl, em Jerusalém, como mostra a foto ao lado), aquele que viria a ser o braço-direito de Herzl e segundo presidente da Organização Sionista, o empresário lituano David Wolffsohn, se viu diante de uma dúvida: que bandeira pendurariam no salão do Congresso? Um encontro de tal monta não poderia passar sem um símbolo. Em seus escritos, Wolffsohn explicou que ele já existia. “Já temos uma bandeira, e ela é azul e branca. O talit (manto judaico de orações) com o qual nos cobrimos quando oramos: esse é o nosso símbolo. Vamos tirá-lo da sacola e desenrolá-lo perante os olhos de Israel e de todas as nações.”
Wolffsohn encomendou uma bandeira nas cores do talit e mandou pôr em seu centro um símbolo presente na história dos judeus por milênios: o Maguen David, que conhecemos como a Estrela de Davi, com um significado bastante amplo: além dos guerreiros daquele rei de Israel a ostentarem em seus escudos, ela já era presente nas sinagogas e nas capas dos livros da Torá – mesmo que, décadas depois, na época da Segunda Guerra Mundial, viesse a ser motivo de medo e humilhação, o que os próprios judeus reverteram.
A Estrela simboliza, por meio de suas seis pontas, que Deus reina acima (nos Céus), abaixo (o povo) e nos quatro pontos cardeais (o mundo físico). A da bandeira do Congresso Sionista tinha em seu centro o desenho de um leão, símbolo da tribo de Judá. “O símbolo recebeu o nome de Davi, que sempre confiou no Reino de Deus em todos os cantos do mundo e, por essa razão, não temia reis de carne e osso”, justificou Wolffsohn.
Quando o Estado de Israel foi oficialmente estabelecido, em 1948, logo após os horrores do Holocausto, o novo país adotou uma bandeira de desenho mais simples, baseada na do Congresso Sionista. A mesma que vemos tremular representando não só Israel, mas o orgulho do povo judeu ao redor do planeta.
“E falou o SENHOR a Moisés e a Arão, dizendo: 



Os filhos de Israel armarão as suas tendas, cada um debaixo da sua bandeira, segundo as insígnias da casa de seus pais; ao redor, defronte da tenda da congregação, armarão as suas tendas.” Números 2:1-2


Símbolo de guerreiros
A Estrela de Davi e a bandeira israelense representam hoje um povo que deixou de ser vítima. As forças armadas de Israel são respeitadas em todo o mundo. Novamente, os guerreiros descendentes de Abraão as ostentam em seus uniformes e equipamentos, em conflitos armados que estão longe de acabar.

Silas Malafaia no Programa Superpop

Marco Feliciano participa do Programa do Ratinho

domingo, 14 de abril de 2013

Sobre a participação do Pr. Silas Malafaia no programa ‘SuperPop’


O pastor Silas Malafaia esteve nos estúdios do ‘SuperPop’, da RedeTV!, nesta segunda-feira (8), para gravar sua participação no programa. Porém, a entrevista com o pastor será exibida na próxima segunda-feira, dia 15 de abril, a partir das 22h.
Em seu twitter o pastor comentou: “A gravação c/ Luciana terminou, mais de 2 hs e ‘o coro comeu’. Deus será glorificado. Vamos ver o q vai ao ar na próxima segunda as 22 hs”.
O pastor também agradeceu o apoio de todos. “Obrigado pelas orações, o povo de Deus é um exército pacífico, destemido. Sozinhos não somos nada, unidos invencíveis. A glória é para Deus”.
Verdade Gospel